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Pressão alta e sua associação com outras doenças

A hipertensão é causa de 45% dos ataques cardíacos e 51% dos acidentes vasculares cerebrais que ocorrem no mundo. Além disso, a pressão alta pode atingir até 25% da população brasileira. Vamos falar mais sobre essa doença e entender o porquê dela estar associada ao aparecimento de outras doenças?

Continue a leitura conosco.

O que mesmo é a pressão alta?

Frequentemente chamada de “pressão alta”, a hipertensão está relacionada ao nível de pressão arterial durante o processo circulatório. Artérias estreitas aumentam a necessidade do coração de bombear sangue com mais dificuldade. A pressão alta dilata o coração e danifica as artérias.

E quais são os principais sintomas?

A hipertensão é uma doença silenciosa que só causa sintomas quando a pressão arterial aumenta repentinamente. 

Nessas situações, pode levar a:

  • Dores no peito;
  • Dores de cabeça;
  • Tonturas;
  • Zumbidos no ouvido;
  • Fraqueza e sonolência;
  • Visão turva;
  • Sangramento nasal.

Qual o valor ideal da pressão arterial?

Hoje, a pressão arterial mais comumente aceita é definida como 120×80 mmHg, a famosa “pressão 12 x 8”.

E quais são os fatores de risco?

A hipertensão é herdada dos pais em 90% dos casos. No entanto, vários fatores afetam os níveis de pressão arterial.

Dentre eles, podemos citar:

  • Consumo elevado de sódio;
  • Hábito de fumar;
  • Sedentarismo;
  • Obesidade;
  • Estresse;
  • Consumo de bebidas alcoólicas;
  • Sedentarismo;
  • Sono desregulado.

E quais as possíveis complicações que a pressão alta pode causar?

A hipertensão é a principal causa de problemas cardíacos e, além disso, está associada a outras doenças graves:

  • Arritmia cardíaca;
  • Infarto do miocárdio;
  • Aneurisma cerebral;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Acidente Vascular Cerebral (AVC);
  • Perda da visão;
  • Insuficiência Renal Crônica (IRC);
  • Aterosclerose.

E como devo tratar e prevenir essa doença?

Pessoas com pressão arterial muito alta (acima de 160 x 100 mmHg) realizam o controle de medicamentos. No entanto, a mudança no estilo de vida é crucial e inclui:

  • Redução do consumo de sal;
  • Dieta balanceada, rica em frutas, vegetais e cereais integrais;
  • Redução do consumo de álcool;
  • Perda de peso;
  • Prática de atividades físicas regulares;
  • Abandono do tabagismo.

Curiosidades sobre a doença

O consumo de sal recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 5g por dia. Os produtos industrializados são ricos em sódio. Portanto, fique de olho e controle sua dieta.

Veja abaixo a quantidade de sódio presente em alguns alimentos que estamos habituados a consumir em nosso dia a dia:

  • 1 cubo de caldo de carne (utilizado para cozinhar): 4g de sódio;
  • Lasanha congelada: 4g de sódio;
  • Macarrão instantâneo: 7g de sódio;
  • Batata Chips: em uma embalagem de 175g, podemos encontrar 3g de sódio;
  • 1 hambúrguer: 2g de sódio.

Obesidade x Pressão alta

A obesidade e a pressão alta são doenças crônicas intimamente relacionadas entre si. Ambas têm causas comuns, como aumento da gordura corporal devido à dieta inadequada e falta de exercícios físicos.  Assim como a obesidade e o diabetes, a hipertensão é uma doença multifatorial com uma causa comum. Isso significa que essas doenças têm múltiplas causas.

A obesidade e a hipertensão são doenças crônicas. Em outras palavras, se não tratadas, são doenças que podem durar anos ou até a vida toda. A própria obesidade é um fator de risco para a pressão alta. Isso ocorre porque o excesso de peso corporal é responsável por 20 a 30% dos casos de hipertensão. Outro fator que aumenta o risco de hipertensão são as alterações hormonais causadas pela obesidade. 

O aumento da insulina e o aumento da retenção renal de sódio podem levar ao aumento da pressão arterial e, consequentemente, à hipertensão. A obesidade é diagnosticada pelo cálculo do índice de massa corporal (IMC), que é determinado pela divisão do peso corporal (em quilogramas) pelo quadrado da altura (em metros).  Um valor superior a 30 kg/m2 pode ser considerado obesidade grau I.

No entanto, com a ajuda de outras modalidades de diagnóstico (como medida da cintura), a obesidade também pode ser melhor avaliada. Em relação à hipertensão arterial, valores de 80 cm ou mais para mulheres e 94 cm ou mais para homens indicam risco aumentado de hipertensão arterial.

Conclusão

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