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Conheça o Tratamento farmacológico da pressão alta

O tratamento farmacológico para a hipertensão são chamados anti-hipertensivos. Devido à ampla gama de medicamentos anti-hipertensivos disponíveis, a hipertensão pode ser controlada em quase todas as pessoas, mas o tratamento deve ser adaptado a cada paciente.

Esse tratamento é um método mais eficaz quando a pessoa se comunica bem com o médico e coopera com o plano de tratamento. Diferentes tipos de medicamentos anti-hipertensivos reduzem a pressão arterial por meio de diferentes mecanismos, portanto, existem várias estratégias de tratamento possíveis.

Para algumas pessoas, os médicos usam um método de tratamento medicamentoso passo a passo: eles começam com um tipo de medicamento anti-hipertensivo e adicionam outros tipos de anti-hipertensivos quando necessário.

Para outros, os médicos acreditam que o tratamento sequencial é preferível: eles prescrevem um remédio para pressão arterial e, se não funcionar, devem parar o remédio e prescrever outro. Para pessoas com pressão arterial igual ou superior a 140 x 90 mmHg, dois medicamentos geralmente são iniciados ao mesmo tempo.

Ao escolher medicamentos anti-hipertensivos, os médicos levarão em consideração os seguintes fatores:

  • Idade, sexo e etnia;
  • Gravidade da hipertensão;
  • Presença de mais quadros clínicos, como diabetes e níveis de colesterol;
  • Efeitos colaterais que poderão surgir;
  • Custo dos medicamentos.

Os medicamentos anti-hipertensivos prescritos podem ser tolerados sem problemas pela maioria das pessoas. No entanto, qualquer medicamento anti-hipertensivo pode ter efeitos colaterais. Portanto, se surgirem efeitos colaterais, a pessoa deve informar ao médico que pode ajustar a dose ou substituir o medicamento por outro. Normalmente, o anti-hipertensivo deve ser tomado indefinidamente para controlar a pressão arterial.

Vamos falar um pouco mais sobre os tipos de medicamentos que são utilizados no controle à pressão alta?

Continue a leitura para saber mais.

Bloqueadores adrenérgicos

Os agentes adrenérgicos incluem bloqueadores alfa, bloqueadores beta, bloqueadores alfa-beta e bloqueadores de ação periférica. Essas drogas bloqueiam o trabalho da rede simpática, uma parte do sistema nervoso autônomo que pode responder rapidamente ao esforço físico, aumentando a pressão arterial.

Os betabloqueadores são os bloqueadores adrenérgicos mais amplamente usados. Eles são especialmente úteis para jovens brancos e para pessoas que tiveram um ataque cardíaco.

Eles também são úteis para pessoas com frequência cardíaca acelerada, angina de peito (dor no peito causada por suprimento insuficiente de sangue ao músculo cardíaco) ou enxaqueca. O risco de efeitos colaterais é maior em idosos. Os bloqueadores alfa não são mais usados ​​como terapia principal, pois não reduzem o risco de morte. 

Os bloqueadores adrenérgicos de ação periférica geralmente são usados ​​apenas quando um terceiro ou quarto tipo de medicamento é necessário para controlar a pressão arterial.

Inibidores da enzima de conversão da angiotensina

Os inibidores da enzima de conversão da angiotensina (ECA) reduzem a pressão arterial em parte pelo alargamento das arteríolas. Eles alargam as arteríolas, evitando a formação de angiotensina II, uma substância química produzida no corpo que faz com que as arteríolas se contraiam.

Em particular, esses inibidores bloqueiam a ação da enzima de conversão da angiotensina que converte a angiotensina I em angiotensina II.

Esses medicamentos são especialmente úteis para pessoas com doença cardíaca coronária ou insuficiência cardíaca, brancos, jovens, pessoas com proteína na urina devido a doença renal crônica ou doença renal diabética e homens que têm disfunção sexual como efeito colateral de outro medicamento anti-hipertensivo.

Bloqueadores dos receptores da angiotensina II

Os bloqueadores do receptor da angiotensina II (BRAs) reduzem a pressão arterial por meio de um mecanismo semelhante ao usado pelos inibidores da enzima de conversão da angiotensina:

Eles bloqueiam diretamente o efeito da angiotensina II, que faz com que as arteríolas se contraiam. Como o mecanismo é mais direto, os bloqueadores dos receptores da angiotensina II podem causar menos efeitos colaterais.

Medicamentos diuréticos

Os diuréticos tiazídicos (como a clortalidona ou indapamida) podem ser o primeiro tratamento para a hipertensão. Os diuréticos podem causar dilatação dos vasos sanguíneos. Além disso, também ajudam os rins a eliminar o sódio e a água, reduzindo o volume de líquido no corpo, baixando assim a pressão arterial. Os diuréticos são especialmente úteis para pessoas negras, idosos, obesos e pessoas com insuficiência cardíaca ou doença renal crônica.

Conclusão

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